A Apple obteve US$ 114,5 bilhões em receita de julho a setembro, um aumento de 12% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O iPhone foi o produto que mais contribuiu, gerando US$ 57,6 bilhões — um aumento de 17% e um recorde para o trimestre encerrado em setembro. A receita do Mac subiu para US$ 10,8 bilhões, ante US$ 8,7 bilhões um ano antes, enquanto os Serviços geraram US$ 31,6 bilhões, acima dos US$ 28,8 bilhões.

A China foi uma fonte notável de crescimento. O CEO John Ternus disse que a receita no mercado aumentou 21% no trimestre mais recente, estabelecendo um recorde para o período de julho a setembro da Apple. Ele apontou o iPhone e o Mac como principais contribuintes: as vendas do iPhone mantiveram o impulso recente, enquanto a receita do Mac na China cresceu a uma taxa de dois dígitos.

Os resultados vêm após dois anos consecutivos de queda na China, segundo a reportagem. Ternus disse que o mercado se tornou uma prioridade maior para a Apple e observou que os modelos de iPhone básico, Pro e “e” da empresa foram os smartphones mais vendidos do país em volume de unidades.

O desempenho dos produtos da Apple foi variado em outros mercados. A receita do iPad caiu para US$ 6,2 bilhões, ante US$ 7 bilhões um ano antes, enquanto a receita de Dispositivos Vestíveis, Casa e Acessórios recuou 8%, para US$ 8,3 bilhões. Em contrapartida, o Mac cresceu 23,7% em relação ao ano anterior no trimestre mais recente, após avançar 28,7% no trimestre anterior.

O trimestre fiscal da Apple iniciado em outubro incluirá uma parcela maior do período inicial de vendas dos iPhones mais recentes, além do evento de compras de 11 de novembro e da Black Friday. A fonte afirma que os próximos resultados da empresa mostrarão se o crescimento na China continua e se as vendas do Mac mantêm o ritmo recente.

Fontes: Xataka.